12 de out de 2010

A Rosa do Inverno

Edward Rawlings faria qualquer coisa para não assumir o título de duque e ter de passar seus dias cumprindo as obrigações burocráticas do cargo. Por isso, não pensa duas vezes antes de viajar para Escócia e encontrar a única pessoa que poderia substituí-lo: O sobrinho Jeremy, o menino de dez anos que era o verdadeiro herdeiro do título. Órfão, o pequeno Jeremy vive num casebre com a tia Pegeen, uma mulher com opiniões demais para a época. Ela não quer que Jeremy cresça mimado e rodeado de riqueza. Mas sabe que Edward pode oferecer ao menino oportunidades de que ela jamais seria capaz — e aceita mudar-se para a propriedade dos Rawlings, na Inglaterra. Acostumado a conseguir qualquer mulher, Lord Edward enlouquece com a sensualidade e os olhos verdes de Pegeen, que estava longe de ser a tia solteirona que ela havia imaginado. Mas Pegeen não está disposta a fazer mais concessões. No entanto, ao chegar à mansão, ela logo percebe o risco que corre. Sempre movida pela razão, Pegeen sente que dessa vez seu coração está tomando as rédeas. Ela pode resistir ao dinheiro e ao status, mas conseguirá resistir a Edward?

Duas coisas me atraíram para este livro quando montei minha lista do Desafio Literário: o fato de ser um livro de Meg Cabot e ter uma capa lindíssima.

Meggin Patrícia Cabot, Meg Cabot, Patricia Cabot ou Jenny Carroll são todas a mesma pessoa, mas com estilos diferentes de escrever. Patricia Cabot é o pseudônimo que usa para escrever romances históricos (proposta do desfio de setembro).

Eu sei que estou atrasada (afinal já é outubro), mas comecei duas vezes a escrever esta resenha e perdi o arquivo, acredita? Então vamos lá...

O mocinho é um lorde, meio irresponsável, mas de bom coração. Ele tem que cuidar do sobrinho, filho de seu irmão (um menino bem criado, mas danado) que está sob os cuidados de uma tia, irmã da mãe do garoto. A mocinha é prá lá de independente, ou assim parece a princípio.

A história é manjada no início. Para ir morar com o tio, o garoto exige a presença da tia, que não tem outra alternativa (é pobre e não tem mais onde morar). O aristocrata e a filha do pastor, muitas brigas, beijos, atração e repulsão.

Eu achei que a mocinha se entregou facilmente a vida de nobre, mesmo tendo criticado tanto antes de ir para o Solar Rawlings. Ela é esperta, corajosa e independente, esconde um grande mistério (que eu achei bobo) e a história, que começa bem, termina morna. O mocinho é sem sal. Prefiro os mais impulsivos e de forte personalidade.

A capa brasileira é mais bonita!
É um bom romance (já li piores), mas eu esperava mais da Sra Cabot. Acho que por isso que fiquei com este sentimento de “não era bem o que eu esperava”.

Mas para quem quer suspirar um pouco... boa pedida para uma tarde sem ter o que ler.

Nenhum comentário: